sábado, 10 de junho de 2017

quinta-feira, 8 de junho de 2017

A chegada da Cindy!!! Nossa Border Collie

Vou contar rapidinho o que ocorreu, a cerca de 1 mês meu marido resolveu que gostaria de um cachorro, surgiu a oportunidade de termos uma Border Collie, para quem não conhece seria esse da foto:



Bem, o que ocorreu. Pesquisamos muito sobre a raça, e descobrimos algumas coisas durante a pesquisa que fizemos na internet:

- É um cachorro hiperativo
- Destrutivo (caso não tenha o que fazer em casa)
- Muito carinhoso e apegado ao dono
- Extremamente inteligente e ágil
- Fácil adaptação com outros animais
- Precisa sair todos os dias passear

Achamos interessante e na semana passada, recebemos nossa pequena Cindy:



Ela chegou em casa na quarta-feira da semana passada, nossas conclusões sobre a Cindy em uma semana com ela.
- Tudo que foi falado acima pode ser colocado como certo, porém tenha em mente tudo o que você imagina sobre um cachorro atentado, hiperativo, destrutivo, inteligente e etc... multiplique por 10 rsrsrs

Não existe a possibilidade de limpar a casa com ela por perto:


Absolutamente, tudo que ela vê acha que é brinquedo. No vídeo ela estava tentando pegar um vidro de Neosoro que havia caído na fresta do sofá.


E não achem que isso é algo que acontece as vezes durante o dia, ou seja ela dorme e fica quieta e as vezes ache assim, definitivamente é o contrário, ela passa o dia todos assim e as vezes tira um cochilo de 30 min para repor as energias.
Mas em compensação, já aprender a sentar, deitar é extremamente brincalhona conosco e muito mas muito amorosa, adora nossa companhia e faz tudo para ter nossa atenção e nos deixar feliz.
Temos 3 gatos já adultos em casa, ela se deu super bem com eles apesar de as vezes tentar brincar e 2 deles não serem muito legais com a ideia rsrsrs ela sempre está disposta a brincar e participar.

Se você tem tempo, disposição, carinho e paciência x2. Tenha um border collie não vai se arrepender.


Cuidado Garotas!!! A PERIGOSA (E CRIMINOSA) PRÁTICA SEXUAL DO ‘STEALTHING’


Você já ouviu falar em ‘stealthing‘? Talvez não. Em português, a tradução literal seria algo como “dissimulação”, mas, o termo em inglês designa a prática, também considerada agressão, sexual de retirar a camisinha durante o sexo, sem o consentimento do parceiro. Embora pareça uma novidade de mau gosto, segundo um artigo escrito pela advogada americana Alexandra Brodsky, publicado recentemente no periódico científico Columbia Journal of Gender and Law, a prática é comum entre pessoas jovens sexualmente ativas e ainda pouco discutida. 
O artigo teve grande repercussão nas redes sociais internacionais – com reações variando de indignação até vítimas relatando seu depoimento – por ter trazido à tona uma discussão ética sobre esse assunto controverso, de certa forma, e pouco discutido. Controverso porque, embora para muitas mulheres pareça óbvio que a prática foi um abuso, outras apenas a consideram um “sexo ruim”. Quando falamos dos homens que cometem, é ainda mais grave. Eles não só acreditam que isso é um “direito natural”, como disseminam a prática pela internet e até mesmo dão dicas de como remover o preservativo sem a parceira perceber. Segundo o estudo, os homens que praticam e promovem o stealthing “enraizam suas ações em misoginia e na crença da supremacia sexual masculina” frequentemente citando seu “direito de homem” de “espalhar sua semente”.Embora não haja um registro de quantas pessoas passaram por isso – o abuso é mais comum em mulheres, mas homens homossexuais também já foram vítimas – Alexandra afirma que tem sido cada vez mais comum. Seu artigo baseia-se em relatos de vítimas e no aumento do número de ligações relatando o abuso a uma hotline de denúncias de estupro nos Estados Unidos. E ela conta que desde o que o artigo foi publicado, no último fim de semana, houve um aumento expressivo no número de histórias que chegaram até ela.“Eu estou impressionada com o número de e-mails, tweets e mensagens pessoais que tenho recebido dizendo ‘isso aconteceu comigo'”, disse.Alexandra escreveu o artigo enquanto ainda era uma estudante na Escola de Direito da Universidade Yale, nos Estados Unidos, após saber de relatos da prática. Rebecca (nome fictício, como o de todas as vítimas entrevistadas no estudo), por exemplo, doutoranda que trabalha em uma hotline de denúncias de estupro, notou o aumento de ligações de mulheres dizendo terem sofrido o abuso. Ela, inclusive, já passou por isso com um ex-namorado.Rebecca conta que os relatos geralmente começam com a seguinte frase ” ‘Eu não tenho certeza se isso é estupro, mas…’. Todas elas se sentem violadas, mas não têm o ‘vocabulário’ que descreva exatamente o que aconteceu.'”, relata. E é justamente isso que Alexandra busca mudar com seu artigo: uma denominação formal e legal da prática, que a configure como um crime. Pois, muitas da vítimas sabem que sofreram uma agressão, mas não sabem como denunciar o abuso. Ou, quando o fazem, enfrentam diversos preconceitos.
Gravidez e DSTSegundo informações da rede americana CBS, todas as vítimas entrevistadas por Alexandra expressaram o medo de uma gravidez indesejada e de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Elas também relataram uma “clara violação da autonomia sobre seus corpos e da confiança que erroneamente colocaram no seu parceiro sexual”. Algumas, perceberam que o parceiro havia tirado o preservativo no momento da re-penetração, enquanto outras só perceberam na ejaculação. Em um caso, a mulher disse não ter percebido e só soube quando, no dia seguinte, o parceiro contou.As vítimas também descreveram o pouco caso do parceiro em relação à suas preocupações.  “Nada disso o preocupou. Não o perturbou. Minha potencial gravidez e DST, era meu fardo.”, disse Rebecca.
DenúnciaEm seu relatório, Alexandra detalha um vasto número de opções legais que as vítimas podem procurar, nos Estados Unidos, embora nenhuma das entrevistadas tenha feito esse percurso e não haja registro de um caso denunciado que tenha chegado a julgamento no país, seja como acusação criminal ou ação civil.O único caso conhecido de condenação por stealthing  aconteceu em janeiro, na Suíça. Uma mulher conheceu um homem pelo Tinder, aplicativo de encontros. Os dois marcaram um encontro e tiveram relações sexuais. Durante o ato, a mulher reparou que o parceiro tinha retirado o preservativo sem a avisar e sem consentimento. Após ser denunciado, o agressor foi condenado por estupro, na primeira vez em que um caso semelhante foi julgado como tal.Entretanto, esse é apenas um caso. Na maioria, Alexandra reconhece que a lei falha em dar suporte à vítimas de violência sexual. “Juízes e juri tendem a simpatizar menos com vítimas que tiveram um relacionamento sexual prévio com o agressor e esse sempre sera o caso no stealthing.”, conta ela ressaltando que não gosta do termo stealthing. “Soa como algo trapaceiro e desagradável, mas como uma moda passageira “. Por isso, prefere “remoção não-consensual do preservativo”. 
Danos emocionais e físicosAlexandra acredita que, se houver um novo estatuto que nomeie explicitamente a remoção não-consensual de preservativo como uma agressão sexual, as vítimas conseguirão justiça. “Não é porque não acredito que existam instrumentos legais disponíveis, mas acho que um novo delito que especifica de forma muito específica a remoção não-consensual de preservativos como um dano nos ajudará a evitar alguns dos obstáculos comuns que as vítimas de violência de gênero enfrentam quando buscam justiça através dos tribunais “, afirma.Afinal, essas vítimas experienciam danos emocionais, financeiros e físicos reais, para os quais, segundo ela, a lei deve providenciar solução por meio de compensação ou da simples oportunidade de serem ouvidas.
Abuso sexual no BrasilDesde 2009, a legislação brasileira ampliou o conceito de estupro para praticamente qualquer contato físico não consentido – no que se inclui, naturalmente, apalpar a genitália de uma mulher, mas provavelmente aqui as vítimas também enfrentariam problema para configurar a remoção não-consensual de preservativo como estupro, já que, inicialmente, a relação sexual foi consensual.
Fonte: http://veja.abril.com.br/saude/nova-pratica-sexual-coloca-saude-em-risco/

UM EM CADA TRÊS HOMENS TEM NOJO DE FAZER SEXO ORAL NA PARCEIRA, DIZ PESQUISA


Apesar de muitos homens relatarem que fazer sexo oral na parceira é um dos pontos altos das preliminares para eles, a recusa à prática é uma queixa comum das mulheres.
Uma pesquisa realizada em 2014 pela empresa Sex Wipes no estado de São Paulo revelou que quase metade deles (43%) não realiza esta modalidade de sexo na companheira com frequência.Foram entrevistados 1.252 homens heterossexuais e sexualmente ativos com idades entre 18 e 30 anos. Destes, 78% afirmou receber sexo oral frequentemente na relação, enquanto quatro em cada 10 não o pratica de volta.
Homens sentem nojo de fazer sexo oralDos que afirmaram realizar a modalidade com frequência, mais de um terço (35%) revelou sentir nojo durante a prática. Para estes, o medo de ser considerado gay ou ser traído são alguns dos fatores que influenciam para a decisão de fazer sexo oral, apesar de se incomodarem com o cheiro ou aspecto da vagina. Outros são:Porque estou com tesão e não penso na horaPorque amo minha parceiraPara dar prazer a elaPara retribuir
Do que eles têm nojoPara os 43% que declarou não realizar sexo oral nas parceiras, as principais razões para isso são:A vagina cheira muito malA vagina tem gosto ruimA vagina é muito úmidaA vagina tem muito peloA vagina é feia, desagradável de se olhar
Sou egoístaNão acho que a boca foi feita para issoOutros motivos listados, além do nojo, foram medo de contrair DST, religião, falta de confiança na parceira e a falta de vontade da própria parceira.
Camisinha no sexo oralOutra pesquisa, realizada pela empresa Nielsen em todo o Brasil, revelou um dado alarmante: 90% dos jovens entre 15 e 29 anos não utiliza preservativo ou qualquer tipo de proteção para a prática do sexo oral.Há quem faça sexo oral sem camisinha porque acredita que o preservativo tira a sensibilidade. A sexóloga Carmen Janssen recomenda o uso de camisinha ultra-sensíveis, que são mais fininhas. Outra dica da profissional é colocar um pedacinho de gelo ou bala de menta na boca, o que faz os lábios e a língua ficarem geladinhos e aumentarem o prazer do sexo oral mesmo com camisinha.
Podem ser encontrados alguns géis e óleos com sabor para a prática do sexo oral que ajudam também, acesse meu site e confira alguns produtos, www.sexred.com.br

Para o sexo oral protegido em mulheres, não adianta usar a camisinha feminina, pois ela é interna e não vai proteger contra DSTs. A dica é usar um papel filme, aquele de cozinha, ou mesmo uma camisinha masculina cortada ao meio para cobrir a vulva e impedir o contato direto entre a boca e a região íntima.Não é apenas o homem que pode vai se proteger neste caso. Segundo Carmen, uma das DSTs que podem ser transmitidas no sexo oral é a herpes, doença que pode passar da boca do homem para as genitais da mulher, e vice-versa. "O HPV também pode ser transmitido nessa prática, entre outras doenças como a hepatite, a gonorreia, a clamídia e a sífilis, principalmente se a pessoa tiver um corte pequeno, ulceração ou afta na boca", explica. Por isso, proteção é fundamental no sexo oral, seja no homem como na mulher.
Cheiro ruim na vaginaÉ comum a vagina apresentar um odor característico, que não é ruim ou forte. No entanto, com o suor e uso de roupas muito apertadas, ele pode se intensificar. O mesmo ocorre com os homens. De acordo com a ginecologista Juracy Ghiaroni, água e sabão bastam para eliminar o cheiro completamente, e o ideal é que o casal tome banho antes da prática. No entanto, se forem pegos de surpresa com uma saída de última hora, o lenço umedecido pode mascarar o odor. No caso de cheiro muito forte na vagina, a mulher deve procurar um ginecologista, já que este é um dos principais sinais de infecção.

Fonte: http://www.vix.com/pt/bdm/sexo/um-em-cada-tres-homens-tem-nojo-de-fazer-sexo-oral-na-parceira-diz-pesquisa

Honda CBR600F Top Speed SJ4000